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Quero jogar futebol na Escandinávia: como fazer?

fevereiro 28, 2021
jogar futebol na Escandinávia
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Atuar no exterior é o sonho de muitos atletas, principalmente quando o assunto é a Europa. Por isso, jogar futebol na Escandinávia pode ser um ótimo atrativo, sobretudo para abrir as portas no continente.

Isto porque os países da região contam com ligas profissionais e muito bem estruturadas. Além disso, a qualidade de vida está entre as melhores do mundo. Portanto, para saber se jogar futebol na Escandinávia pode ser uma boa possibilidade, continue lendo!

Quais são os países escandinavos?

Antes de entender como jogar futebol na Escandinávia, você sabe quais países fazem parte da região? Para começar, geograficamente falando, ela está localizada na parte Norte do continente europeu.

Ou seja, ela é uma região localizada dentro da Europa e composta por países europeus. Este nome se dá em função da península Escandinava, formada no local, com seus países ao redor.

Dito isso, os países que são considerados escandinavos são, em geral, a Dinamarca, a Noruega e a Suécia. Algumas classificações incluem também a Islândia, a Finlândia e as Ilhas Faroé, embora não seja uma unanimidade.

Por isso, em resumo, quando falamos em jogar futebol na Escandinávia, a referência é a estes países europeus. Para entender mais sobre isso, é hora de ver como funcionam as ligas na região.

Como funcionam as ligas?

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Antes de mais nada, é importante ressaltar que os clubes escandinavos participam das competições europeias normalmente. Isto é, podem jogar a Champions League e a Europa League, assim como qualquer outro clube do continente.

As diferenças acontecem, porém, com relação às ligas nacionais de cada país. Isto porque cada um tem as suas próprias normas, cada uma com suas especificidades. Então, veja como são organizadas as principais:

  • Noruega: quem dita as normas no país é a Associação Norueguesa de Futebol. Por lá, há mais de 350 mil atletas associados. As ligas são a Eliteserien (primeira divisão, com 16 times), Adeccoligaen (segunda divisão, também com 16 times), além de uma terceira e uma quarta divisão. Dessa forma, o campeão se classifica à fase prévia da Champions League, enquanto o vice e o terceiro vão à Europa League.
  • Suécia: na Suécia, quem organiza o esporte é a Associação Sueca de Futebol. Assim, os campeonatos são divididos em Allsvenskan (primeira divisão, com 16 equipes), Superettan (segunda divisão, também com 16 clubes), além de terceira, quarta e quinta divisão. O campeão, então, se qualifica à fase prévia da Champions League, enquanto o segundo e o terceiro colocados vão à Liga Europa.
  • Dinamarca: já o futebol dinamarquês tem três divisões consideradas profissionais. Entre elas, há a Superliga Dinamarquesa (equivalente à Série A, com 12 clubes), 1ª Divisão Dinamarquesa (equivalente à Série B, com 12 clubes) e a 2ª Divisão Dinamarquesa (equivalente à Série C, com 32 clubes). Assim como os anteriores, os três primeiros se classificam à Champions League ou à Europa League.
  • Finlândia: o campeonato finlandês é dividido em Veikkausliiga (primeira divisão, com 12 times), Ykkönen (segunda divisão, com 10 equipes), Kakkonen (terceira divisão) e Kolmonen (quarta divisão). O sistema de classificação aos campeonatos europeus é similar aos outros escandinavos.
Leia mais:  O que significa tempo de concentração no futebol? 

O que preciso para jogar futebol na Escandinávia?

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Com base nas informações da seção anterior, jogar futebol na Escandinávia pode sim ser um bom negócio. Isto porque, ainda que não seja o esporte mais popular em todos esses países, há clubes profissionais, ligas estruturadas e um bom nível no esporte.

Então, jogar nestes países pode ser aconselhável especialmente para quem quer abrir as portas na Europa. A partir da visibilidade conquistada nestas ligas que não estão entre as maiores do continente é possível alçar voos maiores.

Só que, subjacente a isto tudo, reside uma questão importante. Afinal, o que é necessário para poder jogar futebol na Escandinávia?

Via de regra, a Lei Bosman permite considerar todos os atletas europeus como “comunitários”, de modo que não contam como estrangeiros. Assim, por exemplo, um italiano pode jogar futebol na Finlândia sem infringir as regras de estrangeiros da liga.

Mas, para quem é brasileiro, qual a vantagem? Pois bem, isto significa que se você tiver uma segunda nacionalidade europeia, também poderá gozar desse benefício. Então, acaba sendo um atrativo a mais para o jogador e uma facilidade aos clubes.

Além disso, lembre-se também dos documentos necessários para jogar futebol no exterior. Portanto, leve sempre seu passaporte, cuide do seu visto e realize sua transferência dentro dos sistemas da FIFA (ITC e TMS).

Por fim, para evitar contratempos, saiba como funciona o Direito Esportivo e tenha sempre um profissional qualificado para ajudar a cuidar da sua carreira. Dessa forma, você evita a ocorrência de problemas futuros.

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